segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Internautas do LANCE!Net elegem golaço de Ibra o mais bonito de 2012

LANCEPRESS! - 31/12/2012 - 17:06 Rio de Janeiro (RJ)

O internauta do LANCE!Net votou nos últimos três dias e elegeu o gol de Ibrahimovic, no amistoso da Suécia contra a Inglaterra, como o mais bonito de 2012. O atacante sueco, que recebeu 37% dos votos, desbancou o gol de Neymar em cima do Internacional, pelo Campeonato Brasileiro, que recebeu 33% dos votos, e o de Ben Arfa, com a camisa do Newcastle United, em partida válida pela Copa da Inglaterra, que recebeu 7% dos votos.

Diferente do segundo e terceiro colocados, o gol de Ibrahimovic, o último marcado na vitória por 4 a 2 sobre a Inglaterra, em Estocolmo (SUE), não está entre os concorrentes ao Prêmio Puskas, da Fifa, que é entregue ao jogador que fez o gol mais bonito do ano em janeiro. Devido à proximidade do golaço com a data de divulgação dos candidatos - dia 22 de novembro -, o jogador do Paris Saint-Germain acabou ficando fora da lista e só irá poder concorrer no ano que vem.

A Suécia vencia o amistoso contra a seleção inglesa por 3 a 2 até o goleiro Hart, já nos acréscimos do segundo tempo, sair mal do gol e espantar, meio sem jeito, uma bola da grande área com a cabeça. Ibra não pensou duas vezes. Viu o adversário muito adiantado e arriscou uma linda bicicleta com tremenda felicidade. A bola encobriu o arqueiro inglês, estufou a rede, deu números finais à vitória sueca e conquistou a preferência dos leitores do L!Net em 2012, o ano dos golaços. Que venham mais pinturas como a de Ibra no ano que vem. O futebol agradece.



Antônio Carlos pede mais torcida do Botafogo nos jogos em 2013

LANCEPRESS! - 31/12/2012 - 21:28 Rio de Janeiro (RJ)

Antônio Carlos - Botafogo (Foto: Alexandre Loureiro)
Zagueiro elogiou apoio dos jovens em 2012 (Foto: Alexandre Loureiro)

O ano de 2012 está indo embora e o zagueiro Antônio Carlos, do Botafogo, fez sua análise da temporada que se encerra. O jogador afirmou que espera ver mais torcedores do Botafogo no Engenhão no próximo ano, dizendo que isso pode fazer a diferença para que o Alvinegro volte às conquistas.

Antônio reconheceu que o jejum de títulos pode deixar o torcedor decepcionado, de uma maneira geral. No entanto, pediu o apoio dos fãs e lembrou que a equipe teve melhores atuações em jogos de estádio mais cheio.

- A torcida é o termômetro do time. Quando tivemos mais torcida, jogamos bem. Ficamos felizes ao vermos o campo cheio. O torcedor ficar sentido pelo jejum de títulos é normal. Mas espero que nos apoiem. Com todo mundo jogando junto, fica mais fácil. Tomara que o Engenhão fique cheio em 2013. Sempre fui respeitado aqui e sabemos como é, o torcedor deixa de comprar algo em casa para comprar ingresso - disse, à Rádio Tupi.

O zagueirão também exaltou o trabalho da equipe ao longo do ano, dizendo que a equipe procurou sempre se esforçar. Ele afirmou que faltou regularidade à equipe em certos momentos, mas não perdeu a esperança patra o próximo ano, elogiando ainda os jovens que vieram das categorias de base e que conquistaram seu espaço na equipe principal:

- Foi um bom trabalho, mas sem títulos. Sabemos do nosso esforço, lutamos até o fim. Não podemos achar que ficou faltando algo. É claro que houve times mais equilibrados. Acho que esse foi o problema. Vejo nossa regularidade como ponto fraco. Mas os garotos ajudaram muito, têm um futuro promissor.



Sertãozinho vê Palmeiras favorito, e usa Copa SP como teste para A3

Com a base da equipe Sub-17, que chegou até a terceira fase do Campeonato Paulista da categoria, o Sertãozinho entra na Copa São Paulo com a intenção de amadurecer seus jogadores e aproveitar as revelações na Série A3 do Campeonato Paulista.

Sertãozinho x Comercial, jogo-treino Sub-19 (Foto: João Fagiolo / Globoesporte.com)Jovens do Sertãozinho buscam espaço no time profissional (Foto: João Fagiolo / Globoesporte.com)

- O grupo é formado por 70% de jogadores com 17 anos, é uma equipe bem jovem. Nossa intenção é preparar melhor para a próxima Copinha. É um time de futuro, acredito que até cinco meninos possam defender o Sertãozinho na Série A3 - confia o técnico André Machado, que comanda o time Sub-17 do Touro desde janeiro e fará sua estreia na principal competição de base do país.

- Já treinei vários times no Sub-15 e no Sub-17, mas a Copinha é a primeira vez. Sei que teremos algumas dificuldades, pois o Sertãozinho não estava naquela primeira lista de participantes da competição. Nosso convite veio um mês atrás. Aí começamos a montar a equipe. A metade do atual grupo participou da Copinha no ano passado. Estamos evoluindo na nossa preparação e espero uma boa estreia no dia 5.

André Machado, técnico do Sertãozinho Sub-19 (Foto: João Fagiolo / Globoesporte.com)André Machado: "Palmeiras é favorito na chave"
(Foto: João Fagiolo / Globoesporte.com)

O Sertãozinho está no Grupo Q, com sede em Barueri. O primeiro adversário do Touro dos Canaviais será o Grêmio Barueri, no sábado, às 17h. Os outros rivais serão Confiança e Palmeiras, que é o favorito a ficar com a vaga, segundo André Machado.

- Jogar na Arena Barueri é complicado, pois o campo é grande. Nossa chave é muito complicada. O Palmeiras é o favorito, sem dúvida, mas vamos lá para mostrar nosso trabalho - comenta Machado.

A equipe titular do Sertãozinho deve ter como base Wallace, Cleiton, Rafael, Mike e Jason, Araújo, Renan, Jardel e Bruno, Felipe e Breno.

- Temos quatro ou cinco meninos que vão fazer parte do grupo do Sertãozinho na A3: Rafael, Wallace, Bruno e Araújo. Mais um ou outro jogador serão observados pela comissão técnica do profissional.



Empolgado, Sandro acredita que Tottenham pode brigar por título inglês

LANCEPRESS! - 31/12/2012 - 10:38 Londres (ING)

Disparado na liderança, o Manchester United está navegando em águas tranquilas no Campeonato Inglês. O sossego dos Diabos Vermelhos, no entanto, pode acabar a qualquer momento, como prometeu o volante Sandro ao canal Sky Sports.

Depois da vitória sobre o Sunderland por 2 a 1, no último sábado, o brasileiro acredita que os Spurs brigam por título. O time seguiu na quarta colocação da Premier League com o triunfo.

- Todo mundo fala do United, do City e do Chelsea, mas nunca do Tottenham. Acabamos de vencer um jogo duro em Sunderland, onde o City não conseguiu ganhar. Não estamos satisfeitos por estarmos entre os quatro primeiros. Olhamos mais para cima. Ninguém fala no Tottenham como candidato ao título e isso é bom para nós. Acreditamos que somos tão bons como as equipe tops - afirmou.

O Tottenham retorna a campo nesta terça-feira, às 13h (horário de Brasília), no White Hart Lane, em Londres. Os Spurs têm 13 pontos a menos do que o líder Manchester United.



Com Leandrinho, Boston perde e cai para oitavo na Conferência Leste

LANCEPRESS! - 31/12/2012 - 10:26 Sacramento (EUA)

Leandrinho estava pronto para o jogo, mas entrou na Sleep Train Arena quando não tinha mais chance de reverter o placar. Em Sacramento, Califórnia, o Boston Celtics perdeu para o vice-lanterna da Conferência Oeste, o Sacramento Kings, por 118 a 96. Com o resultado, o Celtics caiu para oitavo na Conferência Leste. 

Os jogadores mais efetivos do duelo foram Thomas com 27 pontos, John Salmons com 23 e Demarcus Cousins com um triplo-duplo (12 pontos, dez rebotes e dez assistências) pelo lado do Kings; e Paul Pierce e Jason Terry, ambos com 20 pontos, pelo Boston. 



domingo, 30 de dezembro de 2012

Cigano agradece apoio dos fãs e promete: "Vou recuperar meu cinturão"

LANCEPRESS! - 30/12/2012 - 22:08

Cigano agradece apoio dos fãs e promete: "Vou recuperar meu cinturão"

Junior Cigano perdeu o título dos pesos pesados do UFC  ao ser amplamente dominado por Cain Velasquez na luta principal do UFC 155, evento realizado na noite deste sábado (29), em Las Vegas, nos Estados Unidos. A derrota na decisão unânime dos juízes tirou o reinado do brasileiro, mas ele não deixou de agradeceu aos fãs e prometeu dar a volta por cima e reconquistar o cinturão mais cobiçado do Ultimate.

“Agradeço a todos, mas esta noite eu não consegui honrar sua torcida por mim, mas eu juro que tentei”, escreveu o lutador em seu Twitter, após a derrota. “Eu aprendi na minha vida que nenhuma derrota vai me vencer. Eu vou recuperar o meu cinturão”, completou.



Juniores do Botafogo viajam para Copa SP na sexta-feira

LANCEPRESS! - 30/12/2012 - 21:00 Rio de Janeiro (RJ)

O time sub-18 do Botafogo vai viajar nesta sexta-feira para a disputa da Copa São Paulo de Juniores. Após o empate com o Tigres, no sábado, a equipe treinou neste domingo no Estádio Caio Martins, em Niterói, nos últimos preparativos visando a competição. A estreia é no dia 5, contra o Santo André, em Taubaté (SP).

O técnico Anthoni Santoro falou sobre a expectativa para o torneio, avisando que a falta de informações sobre os adversários - Santo André, Gama (DF) e Taubaté - deve manter toda a equipe alvinegra atenta.

- Temos de nos preparar ao máximo, a gente conhece muito pouco as equipes e será melhor surpreender do que ser surpreendido. Todo mundo é qualificado e devemos trabalhar para render ao máximo - afirmou, ao site oficial do Botafogo.



Cigano agradece apoio dos fãs e promete: "Vou recuperar meu cinturão"

LANCEPRESS! - 30/12/2012 - 11:08

Cigano agradece apoio dos fãs e promete: "Vou recuperar meu cinturão"

Junior Cigano perdeu o título dos pesos pesados do UFC  ao ser amplamente dominado por Cain Velasquez na luta principal do UFC 155, evento realizado na noite deste sábado (29), em Las Vegas, nos Estados Unidos. A derrota na decisão unânime dos juízes tirou o reinado do brasileiro, mas ele não deixou de agradeceu aos fãs e prometeu dar a volta por cima e reconquistar o cinturão mais cobiçado do Ultimate.

“Agradeço a todos, mas esta noite eu não consegui honrar sua torcida por mim, mas eu juro que tentei”, escreveu o lutador em seu Twitter, após a derrota. “Eu aprendi na minha vida que nenhuma derrota vai me vencer. Eu vou recuperar o meu cinturão”, completou.



Tottenham manda recado ao Real Madrid: Bale só sai por R$ 200 milhões

LANCEPRESS! - 30/12/2012 - 10:47 Londres (ING)

Bale (Foto: Olin Greenwood/AFP)
Bale é alvo do Real Madrid para a próxima temporada (Foto: Olin Greenwood/AFP)

As ótimas atuações de Gareth Bale na atual temporada pelo Tottenham só aumentam a cobiça de grandes clubes em seu futebol. Talvez o maior interessado seja o Real Madrid, que já tirou outro grande jogador dos Spurs, quando trouxe Luka Modric no meio do ano.

Ao contrário do que aconteceu com o croata, porém, o time inglês, sabendo que não pode segurar seu principal atleta, pretende ser recompensado de acordo. Segundo a imprensa inglesa, diretores da equipe londrina avisaram ao Real Madrid que Bale custará, no mínimo, 60 milhões de libras (quase R$ 200 milhões).

Mesmo com o preço exagerado, é esperado que o jogador faça as malas para a Espanha, já que, após Modric, os dois clubes assinaram contratos de colaboração mútua. A expectativa é que as negociações pelo galês comecem em breve de modo a evitar um processo longo, que atrapalhe a pré-temporada dos dois times, como ocorreu neste ano.



sábado, 29 de dezembro de 2012

VOTE! Ajude o LANCE!Net a escolher o gol mais bonito de 2012!

LANCEPRESS! - 29/12/2012 - 20:00 Rio de Janeiro (RJ)

A Fifa vai escolher o gol mais bonito de 2012 só em janeiro, mas aqui no LANCE!Net você pode eleger seu preferido ainda este ano, que pode-se dizer que foi a temporada dos golaços. Teve de tudo. Meio time driblado, voleios incríveis, chutes e bicicletas de fora da área... Não faltam boas opções nesta seleção de pinturas. Confira os gols no clipe acima e tenha a difícil missão de optar pelo melhor do ano. Boa sorte!

CLIQUE AQUI PARA VOTAR NO GOL MAIS BONITO DE 2012



Chegando! Timão já pré-agendou exames médicos de Alexandre Pato

Renato Rodrigues - 29/12/2012 - 22:31 São Paulo (SP)

Milan x Malaga - Gol do Pato (Foto: Olivier Morin/AFP)
Pato cada vez mais próximo do Timão (Foto: Olivier Morin/AFP)

A confirmação da contratação de Alexandre Pato está cada vez mais próxima no Corinthians. Segundo apurou a reportagem do LANCE!Net, já na expectativa de acertar os últimos detalhes do negócio com o Milan (ITA), a cúpula alvinegra deixou os exames médicos do possível reforço pré-agendados.

Confiante de que não terá problemas para acertar a transferência, o time de Parque São Jorge deixou o terreno preparado para receber a estrela e já adiantou algumas logísticas. Uma delas é que Pato faça os exames físicos e cardiológicos no dia 3 ou, no mais tardar, dia 4 de janeiro.

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Após passar o Reveillon na cidade de Milão, o atacante chegará ao Brasil no dia 3 para assinar o seu contrato. Para o martelo ser batido na transação, restam apenas alguns detalhes envolvendo os italianos e o Timão. Um deles é a forma de pagamento dos R$ 40 milhões investidos para trazer o jogador, que já tem tudo apalavrado com o futuro clube.

Resta saber se os testes serão feitos no clube ou em alguma clínica da capital paulista. Nos últimos meses, o departamento médico do Corinthians trabalha para instalar uma unidade médica mais ampla no próprio CT Joaquim Grava. Com a melhoria, os exames de jogadores recém-contratados e de pré-temporada do elenco seriam feitos nas próprias instalações do clube.



Em enquete, Fiel monta ataque ideal do Timão e deixa ‘Tite maluco'

LANCEPRESS! - 29/12/2012 - 20:14 São Paulo (SP)

Danilo, Renato Augusto, Pato e Guerrero (Fotos: Ari Ferreira e AFP)
Danilo, Renato Augusto, Pato e Guerrero foram os escolhidos (Fotos: Ari Ferreira e AFP)

O “pesadelo” de Tite estava na capa da edição deste último sábado do LANCE!: um campo de futebol de mesa, com sete vagas preenchidas (Cássio, Alessandro, Chicão, Paulo André, Fábio Santos, Ralf e Paulinho), quatro abertas e nada menos do que NOVE opções do lado de fora para montar o ataque.

Danilo, Douglas, Emerson, Guerrero, Jorge Henrique, Martínez, Pato, Renato Augusto e Romarinho disputarão um lugar no SuperTimão montado pela diretoria.

Curiosamente, em enquete no LANCE!Net, no mesmo sábado, a opção “Tite vai ficar maluco... O problema é dele!” ficou em primeiro lugar, com 31,7% dos votos (até as 19h30), o que, de certa forma, indica a confiança da torcida no técnico, campeão da Libertadores pela primeira vez e mundial nesta temporada.

Nas outras nove opções, o L!Net considerou os jogadores que foram titulares nos dois jogos do Mundial: Douglas, Danilo, Emerson e Guerrero, na estreia, e Jorge Henrique, no lugar de Douglas, na final – incluindo, claro, os reforços Renato Augusto e Pato, que falta assinar.

Depois do “Tite vai ficar maluco”, o quarteto escolhido foi Renato Augusto/Danilo/Pato/Guerrero, com 18,7% dos votos, o que pode indicar que Guerrero, herói no Japão, passou Sheik, herói da Liberta.

Logo em seguida, com 16,1%, Emerson substitui Renato Augusto no quarteto ideal. O quarteto da final do Mundial (Jorge Henrique, Danilo, Emerson e Guerrero), sem Pato, foi escolhido por 3,2%.

Confira todo o resultado da enquete:

31,7% => Tite vai ficar maluco... O problema é dele!

18,7% => Renato Augusto, Danilo, Pato e Guerrero

16,1% => Danilo, Pato, Guerrero e Emerson

14,6% => Renato Augusto, Danilo, Pato e Emerson

9% => Renato Augusto, Douglas, Pato e Emerson

3,2% => Jorge Henrique, Danilo, Emerson e Guerrero

2% => Douglas, Danilo, Pato e Guerrero

1,7% => Jorge Henrique, Danilo, Pato e Guerrero

1,6% => Jorge Henrique, Danilo, Emerson e Pato

*Até as 19h30 deste sábado, com 1.126 votos.



Henry volta a treinar no Arsenal e pode ser emprestado de novo

LANCEPRESS! - 29/12/2012 - 10:16 Londres (ING)

Henry (Foto: Divulgação)
Henry teve sucesso ao retornar ao Arsenal no início de 2012 (Foto: Divulgação)

Já virou rotina para os principais jogadores da MLS, a Liga Americana de futebol. Sempre que a temporada nos Estados Unidos acaba, eles voltam para a Europa, treinam e, em alguns casos, são emprestados por alguns meses. Foi assim com Robbie Keane, Beckham e Henry, que está de volta ao Arsenal.

Inicialmente, o atacante francês tem apenas mantido a forma com o elenco principal dos Gunners, mas o técnico Arsene Wenger não descarta o aproveitamento de Henry por empréstimo novamente:

 - Ele tem treinado conosco. Somos muito próximos no campo pessoal, mas acho que ele já teve sua segunda passagem e teve muito sucesso nela. Tenho medo que a terceira não faça o mesmo barulho. Mas não perdi interesse nele, vamos ver.



LeBron James faz 35 pontos, mas Miami é derrotado pelo Detroit Pistons

LANCEPRESS! - 29/12/2012 - 10:15 Detroit (EUA)

O Miami Heat bem que tentou vencer o Detroit Pistons fora de casa, mas não conseguiu. O time de Michigan bateu o da Flórida por 109 a 99.

Pelo Heat, o LeBron James foi o principal jogador com 35 pontos. Chris Bosh conseguiu 28 pontos e nove rebotes e também foi um dos principais jogadores.

Os destaques do Detroit Pistons foram Will Bynum, com 25 pontos e 10 assistências, Charlie Villanueva, com 18 pontos, Andre Drummond, com 10 pontos e 10 rebotes, e Kyle Singler, com 12 pontos.

O Miami Heat enfrenta o Milwaukee Bucks neste sábado. Já Detroit Pistons também joga contra o Bucks, mas no domingo.



sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

VÍDEO O que esperar da nova diretoria do Flamengo? Nova FAF?

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Fisioterapeuta do Botafogo vê Seedorf ainda melhor em 2013

LANCEPRESS! - 28/12/2012 - 21:55 Rio de Janeiro (RJ)

Seedorf - Botafogo (Foto: Alexandre Loureiro)
Seedorf atuou 25 vezes pelo Botafogo em 2012 (Foto: Alexandre Loureiro)

O fisioterapeuta Alex Evangelista se disse otimista com a forma do meia holandês Clarence Seedorf para o ano que vem. Ele vê o camisa 10 do Botafogo cada vez mais ambientado ao Rio de Janeiro.

Seedorf tem treinado individualmente, mesmo durante as férias. Ele chegou a ir a General Severiano por conta própria nesta semana para participar de uma atividade. Alex Evangelista ainda elogiou a vontade do meio-campista em sempre cuidar da própria condição física.

– Não tenho dúvidas de que o próximo ano será melhor para ele do que 2012. Ele vai estar mais adaptado ao clima do Rio de Janeiro, está treinando de forma individual. Eu me motivo muito vendo alguém que sempre se renova, inquieto, que busca melhorar aos 36 anos. É bom vê-lo se renovando – afirmou, à Rádio Tupi.

Seedorf fará sua primeira pré-temporada com o Botafogo na próxima semana. Em 4 de janeiro, o jogador se reapresenta ao grupo treinado por Oswaldo de Oliveira.



Entre a esperteza e a trapaça: como o 'jeitinho brasileiro' entra em campo

soccerex coletiva Chris Eaton (Foto: André Durão/Globoesporte.com)Chris Eaton, diretor de integridade da ICSS, tem 
opinião forte: simulação pode levar à corrupção
(Foto: André Durão/Globoesporte.com)

Chris Eaton, um australiano, é diretor de integridade da ICSS, o Centro Internacional de Segurança no Esporte, entidade sem fins lucrativos criada no Qatar para investigar, em diálogo com a Fifa, questões relacionadas à proteção aos atletas, ao comportamento deles em campo e ao combate à corrupção, expressa principalmente com a venda de resultados. Quando vê um jogador de futebol simulando, fingindo, enganando o árbitro, o dirigente sente um temor: de que aquele sujeito de chuteiras seja um corrupto em potencial.

É uma visão combativa, certamente vista como exagerada por muitos. E que amplia a discussão sobre os limites da simulação em um campo de futebol. Para Eaton, no momento em que um jogador abre brecha para o fingimento com o objetivo de vencer uma partida, a corrupção está mais viva; se o atleta dá uma concessão à burla da regra, também faz uma concessão em seu caráter, e aí abre o caminho até para ajeitar resultados - a grande preocupação dele na ICSS.

Será? No futebol brasileiro, tão acostumado à encenação, a opinião de Chris Eaton pode soar radical. É uma questão de estabelecer onde fica a fronteira entre o legal e o ilegal, o moral e o imoral: se o fingimento é mais uma face da esperteza ou se é pura e crua trapaça. Em um debate com mais perguntas do que respostas, o GLOBOESPORTE.COM ouviu personagens de diferentes áreas do futebol para discutir os limites da malandragem, do jeitinho brasileiro, nos campos de futebol - para tentar entender de onde viemos e para onde vamos.

Luiz Adriano se desculpa, Seedorf faz pedido

"O choro é livre", escreveu o brasileiro Luiz Adriano, atacante do Shakhtar Donetsk, da Ucrânia, no dia 20 de novembro, em seu perfil no Twitter. No instante em que usava o limite de 140 caracteres da rede social para ironizar seus críticos, o jogador já era alvejado por meio mundo por causa do gol que acabara de marcar sobre o Nordsjaelland, da Dinamarca, pela Liga dos Campeões da Europa. Depois de a arbitragem parar o jogo para atendimento médico a dois atletas, Luiz Adriano pegou uma bola que aparentemente seria devolvida ao adversário, driblou o goleiro e fez o gol (recorde no vídeo). Ao fintar a gentileza, um mandamento das quatro linhas em lances de lesão, Luiz Adriano ajudou sua equipe a golear por 5 a 2, mas se deu mal depois: levou um jogo de suspensão, teve que pedir desculpas públicas, virou sinônimo de desrespeito ao fair play. E apagou a mensagem que deixou no Twitter...

Os lamentos, pelo extremismo do lance, foram quase unânimes - Luiz Adriano argumentou que estava desatento na jogada, incapaz de perceber que era um momento de fair play. A revolta se sustentou em uma percepção: de que mais do que um desrespeito à regra, foi um momento de desconsideração à moral do esporte - esse conjunto invisível de normas que dita o comportamento dos atletas enquanto estão competindo.

O lance de Luiz Adriano pode ser cruzado com declarações dadas em outubro por Clarence Seedorf. O holandês do Botafogo se mostrou incomodado com aquilo que ele diagnosticou como um hábito do jogador brasileiro: simular, fingir, tentar levar vantagem (observe no vídeo ao lado).

- O futebol tem uma importância enorme, socialmente falando, e os jogadores precisam ser mais leais. Ser malandro parece um pouco demais. É importante que haja solidariedade, que sejam honestos. (...) Jogar-se no chão para o árbitro entender mal a jogada é uma malandragem, e não respeito isso - disse o jogador ao "Esporte Espetacular".

Esperteza ou trapaça? Outra face do talento ou concessão à desonestidade? Abaixo, o leitor encontra a visão de personagens de campos variados do futebol sobre o assunto.

De onde viemos: a sociedade, a cultura, a arbitragem

Paulo Autuori treina a seleção do Qatar. O Oriente Médio é mais uma cultura a rechear a carreira do técnico brasileiro, campeão por clubes como Botafogo, Cruzeiro e São Paulo. Ele já teve vivências na América do Sul (Peru), na Europa (Portugal) e na Ásia (Japão). Conhece diferentes sociedades e os códigos que as regem. E parte de uma ideia inicial ao analisar o comportamento dos atletas: de que absolutamente nada no futebol brasileiro pode ser observado fora do contexto social do próprio país.

Paulo Autuori, do Al-Rayyan, do Qatar (Foto: Divulgação)Paulo Autuori, técnico do Qatar, alerta contra a
hipocrisia no futebol Foto: Divulgação)

- O futebol é um fenômeno sócio-econômico. Não podemos deixar de associar o lado cultural com as coisas que se passam na sociedade. Acho muita graça quando um cidadão comum fica p... porque alguém tenta passar a perna nele. O cara fica p.... Mas quando é o time dele que ganha num lance de malandragem, ele acha legal. Como cidadão, não gosta de ser ludibriado, mas se transforma quando é torcedor e admite essa malandragem para que seu time ganhe. É uma contradição. Cheira a hipocrisia. Nunca vou deixar de associar esse lado social desse lado esportivo. Trabalhamos no futebol, mas existe uma vida por trás - opina o treinador, por telefone, desde Doha, no Qatar.

Ou seja: um sujeito se irrita quando alguém fura a fila, quando o ônibus não para no ponto, quando o teleatendimento de uma empresa qualquer o segura durante eternidades na linha, mas aceita que seu centroavante cave um pênalti. Ronaldo Helal, sociólogo, professor da faculdade de comunicação social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, corrobora a visão de Autuori ao lembrar que a malandragem é um elemento da cultura brasileira - por vezes louvado, visto por um viés positivo, de criatividade, de inteligência. Ele lembra de dois personagens clássicos de nossa literatura: Leonardo, em "Memórias de um Sargento de Milícias", de Manuel Antônio de Almeida, e Macunaíma, o herói sem caráter de livro homônimo de Mário de Andrade. Os malandros cantados por Chico Buarque, Bezerra da Silva ou Zeca Pagodinho ou encenados por Hugo Carvana, Nuno Leal Maia ou Joel Barcelos também são exemplos.

- Isso não está no eu. Está no nós. É da literatura, e vai para a imprensa. O aluno passa no vestibular e mente que levou uma vida normal, que não estudou tanto assim. O repórter pega e deixa a edição mais bonita. É assim. É uma coisa cultural mesmo.

Jefferson no treino do Botafogo (Foto: Cezar Loureiro / Agência O Globo)Jefferson vê simulações como um defeito do atleta
brasileiro (Foto: Cezar Loureiro / Agência O Globo)

Daí para o campo, é um passo. Parece claro que se trata de uma característica do jogador brasileiro. Mas a dúvida, maleável de acordo com a opinião de cada um: é um defeito? Para Jefferson, goleiro do Botafogo e da seleção brasileira, é.

- Cada país tem uma cultura. Na Argentina, os caras são catimbeiros. O brasileiro gosta de ser esperto, quer ser malandro. E acha que é mais esperto que o outro. É um defeito. É feio. O jogo fica ruim. E sabemos que os goleiros também fazem isso. Às vezes, está 1 a 0 e o cara fica matando tempo - observa o jogador.

Mas a visão crítica não é unânime. Há quem veja nessa malandragem uma simples ação de jogo, um macete legal para vencer a partida. Zinho, ex-jogador da seleção brasileira, ex-treinador do Miami FC e ex-diretor do Flamengo, acha válido, por exemplo, um atleta forçar o terceiro cartão amarelo em seu time quando está convocado para defender a Seleção. Em lances de simulação, ele opina que cabe mais ao árbitro punir do que ao jogador evitar.

- A questão do cartão é até normal. O cara já vai ficar fora do jogo. Não me parece que seja burlar a lei. E a simulação, cabe ao árbitro punir. Tem coisas que fazem parte, que são da atmosfera do futebol, mas não podem ser ilegais. Se o jogador simula, o árbitro tem que punir. Se não pode proibir o jogador de matar tempo, tem que dar acréscimo.

Em 2011, Kleber Gladiador, hoje no Grêmio, teve um lance parecido com o de Luiz Adriano em jogo entre o Palmeiras e o Flamengo. A bola foi parada para atendimento médico, e parecia que seria devolvida aos rubro-negros. Mas o atacante partiu com ela na direção do gol - chutou para fora (o lance está no quadro abaixo). Depois, declarou:

- Acho que tem muita hipocrisia. O fair play é bom só para tua equipe, né? Para a equipe dos outros, não é bom. É legal o juiz falar que só pode bater a falta depois do apito e mesmo assim o cara bater? É legal? É legal o jogo parar e o cara (em referência a Ronaldinho Gaúcho) tentar tocar por cima do Marcão (o ex-goleiro Marcos) para ganhar tempo? Onde está o fair play?

A arbitragem é uma questão central. Jogadores, treinadores e ex-atletas reclamam que os apitadores brasileiros transformam qualquer contato em falta. Consequentemente, isso estimula o boleiro a simular em campo - para levar a vantagem da marcação do juiz. De fato, o Campeonato Brasileiro, considerados os principais do mundo, é aquele com maior número de faltas, como mostrou em outubro o blog do ex-árbitro Leonardo Gaciba, comentarista da TV Globo e do SporTV. Aqui, o jogo é parado quase duas vezes mais do que na Argentina, por exemplo.

- Se eu fosse um diretor de árbitros, chamaria a imprensa e diria que os árbitros estão orientados a deixar o jogo correr. Temos que baixar o número de faltas. Se a comissão desse esse aval, a coisa iria mudar - comenta Gaciba.

Belletti soccerex (Foto: André Durão / Globoesporte.com)Belletti: brasileiros são chamados de Mickey Mouse
na Europa (Foto: André Durão / Globoesporte.com)

Vira a velha questão do ovo ou da galinha: quem nasceu primeiro? São dois caminhos: ou o árbitro brasileiro marca mais faltas porque o jogador daqui simula mais, ou o jogador daqui simula mais porque o árbitro brasileiro marca mais faltas. Seja como for, parece haver um equilíbrio entre o teatro do atleta e a permissividade do apito. O problema é quando o brasileiro vai para culturas menos simpáticas à simulação. Aí ocorre um choque, como exemplifica o ex-lateral-direito Belletti, que defendeu clubes como Barcelona e Chelsea na Europa.

- Eles ficam muito incomodados quando o jogador brasileiro tenta simular. Não aceitam. Na Europa, o jogador brasileiro é chamado de Mickey Mouse, acho que por ser um rato, por tentar ser mais esperto. Lembro de uma vez, quando eu estava no Chelsea, antes de um jogo, no túnel, me preparando para entrar em campo, em que o Makelele (ex-volante francês) olhou para mim e disse: "Não tente se atirar no campo, porque aqui não funciona assim".

Mas a simulação não é exclusividade brasileira. Longe disso. Fora do país, pipocam encenações, algumas que ultrapassam o limite do ridículo, como aconteceu no jogo entre Chile e Equador, pelo Sul-Americano Sub-20 de 2011. Bryan Carrasco, da seleção chilena, pegou o braço de um adversário e o jogou contra seu rosto, fingindo ter levado um soco. Em 2009, na Suécia, um goleiro tentou diminuir o tamanho do próprio gol, mexendo na posição da trave.

Para Autuori, a questão não está na exclusividade, mas na frequência. O jogador brasileiro simula mais, na opinião dele.

- Quando a gente fala em corrupção no Brasil, precisamos saber que realmente existe em todo lugar, mas esporadicamente; no Brasil, é a toda hora. Quando algo é usado por quase todos, vira uma característica. O mesmo vale para isso de tentar ser malandro. O futebol brasileiro não precisa disso. Se eu disser que não vejo isso em outros lugares, estarei mentindo. Eu vejo, mas de forma esporádica. E mais: quando acontece, é punido. Pode passar pelo árbitro, mas depois, com vídeo, quem fez acaba tomando punições.

Ludibriar árbitros e adversários não é cria dos últimos anos. Em 1962, pegando um exemplo clássico, Nilton Santos cometeu pênalti contra a Espanha, mas deu um passo para fora da área, e o juiz caiu na ilusão dele. Marcou falta. Em 1969, Dé (o Aranha), do Bangu, arremessou uma pedra de gelo na bola, em jogo contra o Flamengo, e assim desarmou o zagueiro Reyes e fez o gol. Em 1957, Nelson Rodrigues escreveu uma crônica em que citava uma "cusparada metafísica" como protagonista de um jogo. Explica-se: em partida entre o Flamengo e o Canto do Rio, o rubro-negro Dida cuspiu na bola antes de cobrança de pênalti para a equipe adversária - para desconcentrar Osmar, o batedor. Bingo: ele errou o pênalti.

- Isso sempre existiu. Mas na minha época chamavam de "recurso" - brinca Carlos Alberto Torres, capitão do Brasil no tricampeonato mundial, em 1970.

Para onde vamos: as categorias de base, a vigilância, a corrupção

Clemer, técnico dos juvenis do Inter (Foto: Divulgação)Clemer já viu técnico questionando garoto por não
ter tentado cavar um pênalti (Foto: Divulgação)

Clemer foi goleiro por mais de 20 anos. Defendeu clubes como Portuguesa e Flamengo antes de chegar ao Inter, onde foi campeão do mundo em 2006. Ele segue no clube gaúcho, mas agora como treinador. E treinador de garotos. Acaba de ser campeão brasileiro com o time juvenil. Com a vivência diária dos embriões de futuros profissionais, o treinador não tem dúvida: simulações nascem já nas categorias de base.

- Eu tento passar a meus atletas a ideia de seguir o jogo, de tentar o drible, de tentar a jogada. Falo isso pra eles. Quando você fala sério, fala com firmeza, eles aceitam, porque é um período de aprendizagem. Mas vejo muitos jogadores fazendo isso nas categorias de base. Já vi treinador dizendo pro menino: "Deveria ter caído, deveria ter cavado".

Segundo Clemer, a permissividade da arbitragem é a mesma nas categorias de base. E, de acordo com Gaciba, a propensão dos atletas para simular também já é vista ali.

- É uma política desde as categorias de base. Isso é ensinado ao jogador. Quando tem o contato, se ele tenta fazer o gol e não cai, é repreendido, chamado de burro - afirma o ex-árbitro.

Jefferson, goleiro do Botafogo, concorda.

- Isso vem da base. Desde criança, o menino cai na área e pede pênalti.

Os entrevistados para esta reportagem acreditam que vem aumentando a dose de simulação. E é uma contradição, já que a vigilância também é maior. Há mais câmeras de olho. Se o atleta encena em campo, corre o risco de ser ridicularizado depois. E até punido, como aconteceu com Luiz Adriano. A frequência de encenações é tanta, que o GLOBOESPORTE.COM criou, no Brasileirão, o quadro "Ator da rodada", mostrando lances claros de simulação (veja uma compilação dos lances no vídeo acima).

Em outros momentos e outras competições, há variações até cômicas. Em 2011, no jogo entre Operário-PR e Mirassol, pela Série D, o árbitro Rodrigo Nunes de Sá desabou no gramado quando um atleta se aproximou dele, alegando ter sido agredido. O vídeo ao lado indica que o apitador forçou a barra. Veja bem: um árbitro! Dois anos antes, o argentino Escudero, do Corinthians, simulou ter sido atingido... pela bandeira do assistente. Mais uma vez, as imagens mostraram que não passou de uma encenação.

Mas por que fazer isso? Por que correr o risco até de pagar mico para levar vantagem em um lance? Pelo valor que tem a vitória, talvez.

- O que o cara quer é ganhar o jogo. Depois ele vai ver se vão falar alguma coisa. Infelizmente, em algumas situações, pensando apenas no resultado, pode acabar valendo a pena o cara simular, porque o árbitro está pressionado, e o jogador (adversário) pode já ter um amarelo, por exemplo, e ser expulso - observa Clemer.

É aí que entra a preocupação de Chris Eaton. Para ele, a supervalorização dos resultados está no centro da discussão.

- Quanto mais dinheiro, quanto mais sucesso, quanto mais prestígio o esporte envolver, mais isso vai acontecer. As vantagens de se vencer são muito grandes - diz ele.

Autuori parte do mesmo raciocínio. Para ele, existe uma pressão exagerada pela vitória, e isso abre brechas para ações desesperadas.

- Isso vem crescendo a partir do momento em que cada um pensa que tem que passar a imagem da vitória, e aí passa a admitir qualquer coisa. É a vitoria a todo custo. Existe essa necessidade de ganhar de qualquer maneira. Essa pressão está matando muita coisa. O ser humano não tem necessidade de ser campeão 24 horas por dia. Ser vencedor não é isso.

O foco de Chris Eaton está na venda de resultados, um processo, segundo o australiano, crescente em todo o planeta, com jogadores cometendo pênaltis ou errando gols de propósito, para beneficiar apostadores. Por causa do perigo que cerca o futebol, o dirigente é rígido em sua percepção: simplesmente não podem existir poréns ao fair play.

- Quando os jogadores são condescendentes com as regras do jogo, podem acabar fazendo coisas muito piores. Quando você sai da linha, fica a um passo de fazer outras coisas. "Ah, este jogo não vale nada, por que você não aceita 50 mil euros para ajudar no resultado?". É preciso haver consequências para isso. As crianças estão vendo. Se elas veem esse tipo de coisa, vão fazer o quê?

FRASES O QUE ELES PENSAM SOBRE SIMULAÇÕES E MALANDRAGENS NO FUTEBOL (Foto: Editoria de Arte / Globoesporte.com)

Everardo Rocha, antropólogo, professor da PUC-Rio, cria uma ideia interessante: que o talento do jogador brasileiro já implica uma ideia de encenação, mas dentro da lei - enganar o adversário em um drible, iludir o goleiro em uma cobrança de falta, criar uma farsa em uma jogada que parece ser um chute direto, mas acaba sendo um lance ensaiado.

- O futebol tem uma característica que ajuda a fantasia, o inesperado, o drible. É mais imprevisível, é propício a enganar o adversário, surpreender. É isso de futebol moleque, que todo mundo adora. É a molecagem do Garrincha, contrária ao futebol mecânico dos europeus. É um futebol de ilusão, de engano, e esse lado foi muito glorificado pela torcida, pela mídia. São coisas ligadas à ilusão. Daí para você fazer uma coisa um pouco além, fora da regra, uma ilusão desonesta, é um passo muito pequeno. Esse excesso de glorificação do futebol artístico em oposição ao futebol mecânico, duro, tático, é facilitado em nosso imaginário.

O casamento entre o pensamento de Everardo Rocha sobre a origem dessa malandragem e o temor de Chris Eaton sobre as consequências dela criam três níveis no debate sobre a simulação em campo: primeiro, a encenação com a bola nos pés, legal, artística; segundo, o fingimento para iludir árbitros, para aproximar uma vitória; terceiro, a burla total à lei, com a corrupção, com a venda de resultados.

- Toda essa discussão pode não ser uma questão de lei, mas é uma questão de integridade e honestidade. Se o atleta não joga limpo, o que se pode esperar dele? - questiona Chris Eaton.



Verdão fracassa em negociações e, sem opções, contratações ficam estagnadas

Fabricio Crepaldi e Guilherme Cardoso - 28/12/2012 - 07:01 São Paulo (SP)

Frizzo e Tirone (Foto: Eduardo Viana)
Frizzo e Tirone têm encontrado dificuldades para fazer as contratações no Verdão (Foto: Eduardo Viana)

Que o Palmeiras tem dificuldade para contratar, não é novidade. Mas, dessa vez, a situação ainda é mais preocupante: além de não conseguir acertar com os nomes pedidos por Gilson Kleina, o clube não tem outras alternativas. Dessa forma, as negociações estão paradas e a reformulação para o próximo ano está atrasada.

Até agora, a diretoria tentou alguns nomes, mas sem sucesso: os zagueiros Cléber, da Ponte Preta, e Torres, do Millonarios (COL); o lateral-direito Cicinho, também da Ponte; os atacantes Ricardo Goulart, do Goiás, e Rafinha, do Coritiba. Com as negativas nas tratativas, o Verdão se vê sem opções para as posições, enquanto o tempo para montar o time vai diminuindo.

Alguns casos parecem seguir o mesmo caminho, como os do volante Rodrigo Souto e do lateral-esquerdo Márcio Azevedo. Em ambos a diretoria mostrou interesse, mas não deu prosseguimento às conversas. Já Riquelme, alvo para a meia, deverá ficar no Boca (veja na pág. ao lado).

Nos próximos dias, tudo deverá continuar dessa forma. Isso porque o presidente Arnaldo Tirone já declarou que só vai começar a pensar de novo em reforços no começo de janeiro. Já o vice Roberto Frizzo não fala sobre negociações, mas garante que há vários nomes como opção.

– Temos uma relação desde o início de posições e de nomes possíveis que estão sendo trabalhados – limitou-se a dizer, ao LANCE!Net.

A demora para contratar já incomoda Gilson Kleina e ele se mostra preocupado com a montagem do elenco. Até agora, apenas Fernando Prass e Ayrton foram contratados, e Souza e Wendel voltaram de empréstimo. Por outro lado, 20 jogadores deixaram de fazer parte do grupo após a queda para a Série B.

Na quinta-feira, o gerente de futebol César Sampaio passou a tarde toda em reunião. A diretoria garante estar trabalhando. Porém, a tendência é de ninguém ficar após as eleições do próximo dia 21 e, até lá, qualquer contratação será fiscalizada pelo COF (Conselho de Orientação e Fiscalização).

Enquanto os rivais se reforçam, o Palmeiras está parado. Que acorde a tempo de não dar mais vexames.

TENTATIVAS FRACASSADAS:

Cléber
Foi o primeiro nome procurado. Porém, não houve acordo financeiro com a Ponte Preta e problemas envolvendo intermediários impediram acordo.

Cicinho
Também da Ponte, foi um pedido de Kleina. Porém, a diretoria não prosseguiu com as negociações. Outros clubes mostraram interesse, mas ele acertou a permanência na Macaca.

Torres
Estava quase tudo certo com o Millonarios (COL), mas após o time se classificar para a Libertadores a diretoria decidiu não vender o zagueiro.

Ricardo Goulart
Clube procurou atacante do Goiás, mas o salário pedido foi muito alto e ele acabou fechando com o Cruzeiro.

Rafinha
Situação parecida com a de Goulart. O Verdão tentou uma vez, mas achou o salário alto. Quando decidiu pagar, o atacante do Coritiba aumentou a pedida e o clube voltou atrás na negociação.

Rodrigo Souto
O agente do jogador foi procurado por César Sampaio para saber a pedida salarial dele, que está livre para assinar. Após esse contato, o gerente não falou mais com o empresário, que aguarda.

Márcio Azevedo
Sampaio também falou com o agente do jogador, mas depois não fez mais nenhum contato. Negócio está parado.



Diretor da Lupo nega que irá ajudar a trazer reforços para o Atlético-MG

Frederico Ribeiro - 28/12/2012 - 07:00 Belo Horizonte (MG)

Valquírio Cabral se mostrou entusiasmado com o acordo entre Lupo e Galo (Foto: Divulgação)
Valquírio Cabral se mostrou entusiasmado com o acordo entre Lupo e Galo (Foto: Divulgação)

A Lupo quer se tornar uma referência no fornecimento de materiais esportivos no Brasil e, por meio da Lupo Sport, deu um grande passo para alcançar tal objetivo, ao assinar contrato com o Atlético-MG por dois anos, sendo que pagará ao Galo 25 milhões de reais durante o vínculo.

A chegada da fornecedora ao Atlético foi uma surpresa, já que as negociações dos representantes da maior empresa de meias do Brasil se deu em pouco tempo. Depois do anúcio feito pelo presidente Alexandre Kalil, houve especulações de que a Lupo poderia se tornar uma parceira e ajudar o Atlético Mineiro nas negociações de grandes jogadores, como Diego Tardelli e Robinho.

Contudo, o diretor comercial da fornecedora atleticana, Valquírio Cabral Júnior, negou com ênfase que esta ideia poderá ser concretizada.

- Isso não é verdade, não há nada disso que estão falando. Temos um acordo para fornecer os materiais esportivos - afirmou o diretor, ao LANCE!Net.

A Lupo pagará 12,5 milhões de reais ao Atlético, por ano. Sendo que 5 milhões de reais serão nos materiais fornecidos para o clube. Em poucos dias, as tratativas foram firmadas e o contrato assinado na sede do Galo. Valquírio comentou que as negociações com o presidente Alexandre Kalil foram fáceis, mesmo com o mandatário querendo um valor um pouco superior a R$ 25 milhões por dois anos.

- As negociações foram boas, sem problemas. O Kalil colocou um valor alto, um valor que ele acha que vale para o seu clube, pois o time cresceu bastante. Ele queria um pouco mais do que firmamos, mas tenho certeza que é uma quantia ótima para as duas partes - revelou.

Dominando o mercado de meias e sendo uma empresa que fatura cerca de 1 bilhão de reais, a Lupo já fornecia materiais para Guarani, Portuguesa e São Caetano, mas Valquírio admite que assinar contrato com o Galo coloca as pretensões da Lupo Sport em outro patamar.

- Fornecemos materiais para vários times. Estamos dando um grande passo com a nossa chegada do Galo. O fato de ter Ronaldinho Gaúcho e Libertadores nos atraiu. E tem o apelo da torcida, são cerca de 8 milhões de atleticanos e são os torcedores que mais compram camisas do time no Brasil - explicou Cabral Júnior.

Para assegurar seu nome na camisa que irá disputar a Libertadores de 2013, a Lupo ganhou Kalil na eficiência que tratou as negociações. Empresas mais tradicionais no ramo esportivo, como a Nike e a Penalty, brigavam para ver quem iria ganhar a 'licitação' promovida. Correndo por fora, a fabricante de meias fundada em 1921, no interior de São Paulo, venceu.



quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Paulo Cezar Pacheco é eleito presidente da Confederação de Golfe

LANCEPRESS! - 27/12/2012 - 17:55 São Paulo (SP)

A Confederação Brasileira de Golfe (CBG) já definiu seu novo presidente para o biênio 2013-14. Eleito em assembleia realizada nesta quinta-feira, o atual vice-presidente de marketing, Paulo Cezar Pacheco, irá assumir o posto.

O novo presidente da CBG foi escolhido após a eleição terminar em novo empate em 3 a 3, assim como acontecera no início de novembro. Desta vez, entretanto, os votantes firmaram um acordo para dar a Paulo Cezar Pacheco a vitória no pleito.

Participam da votação as federações Rio-Grandense, Paranaense Catarinense, Centro-Oeste, Paulista e Baiana.

Esta foi a primeira vez que uma eleição da CBG teve duas chapas concorrendo ao cargo máximo da entidade.



Fisioterapeuta do Timão tranquiliza Fiel sobre histórico de Alexandre Pato

LANCEPRESS! - 27/12/2012 - 17:45 São Paulo (SP)

Alexandre Pato - Milan (Foto: Olivier Morin/AFP)
Alexandre Pato perto de ser anunciado pelo Corinthians (Foto: Olivier Morin/AFP)

O histórico de lesões musculares de Alexandre Pato no Milan (ITA), que não participará do Jogo das Estrelas, é um dos motivos que preocupam e dão sustentação para aqueles que pensam que os mais de R$ 40 milhões que serão investidos pelo Corinthians não valerão a pena. Para Bruno Mazziotti, o temor é desnecessário.

De acordo com o fisioterapeuta, as informações que foram obtidas, apesar de serem preliminares, dão certeza de que o atacante poderá ter uma sequência de jogos com a camisa do Timão e voltar a brilhar dentro de campo.

- Por todas as informações obtidas, de forma preliminar, não existe essa possibilidade de ele não poder trabalhar normalmente. Sabendo um pouco do histórico dele, essas lesões musculares atrapalham a rotina de um jogador, atrapalham a parte psicológica, que afeta a parte física. Não é milagre pensar numa recuperação desse atleta, é dar continuidade ao trabalho que vinha fazendo - afirmou o fisioterapeuta, em entrevista à rádio Estadão/ESPN.

Bruno Mazzioti, assim como fez a diretoria, negou que Alexandre Pato já esteja contratado pelo Corinthians, apesar do otimismo de ambas as partes. O fisioterapeuta, porém, lembrou que assim que a negociação for confirmada, a ideia é fazê-lo passar pelo procedimento que todos os reforços passam no CT Joaquim Grava.

- A medida que se confirme a contratação, o processo inicial é fazer uma avaliação mais minuciosa para analisar com mais clareza. Depois disso, traçamos um perfil individual de treinamentos do atleta, aí eles passam por ajustes de flexibilidade, mobilidade, um conjunto de valencias do futebol. Esses resultados vão aparecendo, o atleta vai ganhando essa confiança que é necessária para que não há problemas na temporada. Não estou afirmando que ele tenha nada de desiquilíbrio muscular, qualquer atleta que chegar com esse tipo de histórico nós buscamos informações nessa primeira abordagem - lembrou.
 
- Alguns exames clínicos como o organograma, que apontam as anormalidades ou até mesmo o padrão normal. Depois que é diagnosticado, começa a se corrigir com medicamentos e exercícios, se isso não funcionará ai se busca outras maneiras pra requilibrar. Essa elaboração é feita por meio das variáveis - completou.

Por fim, o fisioterapeuta do Corinthians lembrou que a medicina brasileira está evoluída em relação ao que os clubes europeus oferecem aos jogadores brasileiros que lá estão. Para Mazziotti, Alexandre Pato e qualquer atleta que voltar ao Brasil terá um tratamento especial.

- Eu tive oportunidade de passar alguns anos fora do Brasil, a nossa abordagem é mais individualizada, com um tempo maior para recuperação. Dessa maneira controlamos de forma mais eficaz as variáveis que acontecem durante um processo de recuperação. O jogador brasieiro, queiram ou não, pelo nível que tem, fica com isso na memória. Isso interfere no processo. O que se dá muito tambem é a formação acadêmica que é mais ampla, nós brasleiros temos que lidar com um processo de maior qualidade por não ter tanta estrutura, controlamos essas variações de forma individual e com boa qualificação - finalizou.



quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Após eleição empatada, Confederação Brasileira de Golfe pode conhecer presidente nesta quarta

LANCEPRESS! - 27/12/2012 - 00:34 São Paulo (SP)

Paulo Cezar Pacheco e Manuel Gama - (foto: Divulgação)
Paulo Cezar Pacheco e Manuel Gama, os candidatos (foto: Divulgação)

Após terminar empatada no início de novembro, em 3 a 3, a eleição da Confederação

Brasileira de Golfe (CBG) voltará a ocorrer nesta quinta-feira, às 14h (de Brasília), em

São Paulo. Concorrem à presidência o atual vice-presidente de marketing, Paulo Cezar

Pacheco, e seu adversário, Manuel Gama, presidente da Federação Paulista de Golfe (FPG).

O pleito irá eleger o mandatário dos próximos dois anos, com possibilidade de uma

reeleição. Participam da votação as federações Rio-Grandense, Paranaense Catarinense,

Centro-Oeste, Paulista e Baiana.

Existe a possibilidade de um novo empate. Caso isto aconteça, a definição da próxima

escolha será feita ainda hoje, durante a reunião. Por outro lado, o anúncio do eleito pode
vir através do voto de representantes de presidentes de federações que não poderão

comparecer, já que eles podem não respeitar as escolhas originais sem qualquer constrangi-
mento político aparente, pois o voto é secreto. O certo é que não haverá ausências na

votação do presidente.

A eleição é inédita da CBG, já que é a primeira vez que duas chapas concorrem ao cargo

máximo da entidade. Até então, ele era ocupado por Rachid Orra, que ficou quatro anos na

presidência.

Uma das missões do próximo mandatário é qualificar os golfistas brasileiros de alto

rendimento para a Olimpíada do Rio, em 2016. O Brasil tem vagas garantidas para os

torneios masculino e feminino, mas a Federação Internacional de Golfe (IGF) exige que os

esportistas estejam entre os 500 melhores do ranking mundial para participarem. O

principal nome do país na modalidade é Adilson da Silva, que aparece em 356°. O segundo

melhor é Alexandre Rocha (411°).



São Paulo abrirá o calendário do Jungle Fight em 2013

LANCEPRESS! - 26/12/2012 - 22:56

São Paulo abrirá o calendário do Jungle Fight em 2013
São Paulo abrirá o calendário do Jungle Fight em 2013

A primeira edição do Jungle Fight no ano de 2013 será em São Paulo. A edição de número 48 do evento acontecerá no dia 25 de janeiro, às 20h, em um local ainda indefinido. Sete lutadores já estão confirmados para a competição.

O grande especialista em finalização Ivan ‘Batman’ retornará à Arena Jungle, fazendo o combate principal da noite. Seu adversário ainda está sendo escolhido pela organização. Atila ‘’Cowboy’’ fará a sua segunda exibição no evento contra o estreante Mário Israel. Em sua estreia, Cowboy derrotou Pilão Santana por unanimidade no Jungle Fight 42.

O atleta Jorge ‘’Michelan’’, que vem de vitória recente no Jungle Fight 46, enfrentará Junior Alpha. Douglas Bertazini e Julio Rafael Rodrigues farão um duelo em busca de reabilitação, já que ambos vêm de derrota na organização.

Confira abaixo o card do Jungle Fight 48 até o momento:

Ivan "Batman ( Ataque Duplo/ Thiago Tavares ) x lutador Indefinido;

Atila "Cowboy" Oliveira (Master Ivo Gold Team / Behring Jiu-Jitsu) x Mario Israel (Top Life-Amazonas);

Jorge Michelan ( Check Mat ) x Junior Alpha ( Team Champions);

Douglas Bertazini ( CT Miguel Repanas ) x Julio Rafael Rodrigues ( Gt Bronx's/ Nucleo );